DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; Sola Scriptura, sola Gratia, sola Fide, soli Deo Glória, solus Christus;

DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; SOLA SCRIPTURA, SOLA GRATIA, SOLA FIDE, SOLI DEO GLÓRIA, SOLUS CHRISTUS; Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Judas:3;

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A HOMOSSEXUALIDADE E A IRA DE DEUS



“Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão… Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam” (Romanos 1.26-27, 32). Quando Paulo prova que todos pecaram e carecem da glória de Deus, cita a homossexualidade como um exemplo primário de impiedade. Esse julgamento é ofensivo a não cristãos, sendo rejeitado até mesmo por uma parcela significativa da Igreja contemporânea. Em resposta, eles oferecem inúmeros argumentos inúteis. Há o argumento que “amor é sempre algo certo”. Eles dizem: “Como pode ser errado duas pessoas se amar, mesmo sendo do mesmo sexo? Se elas se amam, isto é bom e certo”. É verdade, amor nunca é algo errado. Mas o que é amor? A Bíblia diz que amor é uma síntese da lei de Deus. É uma síntese do que Deus diz sobre como devemos tratar as pessoas. Como Deus proíbe a homossexualidade, a homossexualidade nunca parte do amor, e o amor nunca leva ou coexiste com a homossexualidade. De fato, acolher ou mesmo agir a partir de uma atração homossexual por outra pessoa é tratá-la de uma forma proibida pela lei de Deus e convidar a pessoa a também pensar e agir de uma forma proibida. Portanto, a homossexualidade parte do ódio, e não do amor. O amor é somado amiúde à equação porque o homossexual experimenta atração, dependência e afinidade física e/ou psicológica por outra pessoa do mesmo sexo. Mas a palavra certa para isso é lascívia, e não amor. Essa forma de pensamento é contrária à filosofia do homem. Como exemplo para a situação, a Bíblia diz que se você não disciplina o seu filho com a vara ― se você não bate nele com o propósito de instrução ― você o odeia. Mas as pessoas que se recusam a usar o castigo físico apelam à razão precisamente oposta ― elas dizem que evitam tal coisa porque amam seus filhos. Assim, voltamos à definição de amor. A Bíblia diz que amor é obediência à lei de Deus em nossa maneira de tratar as pessoas. Se você ama o seu filho, você usará castigo físico sempre que for necessário. Se não o fizer, você odeia o seu filho. Do mesmo modo, os homossexuais não nutrem amor uns pelos outros. Eles se odeiam. Eles querem se usar para satisfazer a sua própria lascívia pessoal, e querem que seus parceiros cooperem para manter um estilo de vida que acaba incorrendo no castigo de Deus. Como pode isto ser amor? Se eu amo você, ainda que seja incapaz de resistir à tentação, eu insistirei que você fuja dessas coisas que me prendem: “Corra! Salve-se! Não seja como eu! Não seja punido, como certamente eu serei!”. Se a exemplo de Eva, você desobedece a Deus e então convida outra pessoa a juntos desobedecerem a Deus, dificilmente haverá uma demonstração mais vívida de ódio do que essa. Se eu decido roubar um banco e peço que a minha esposa me ajude, isto pode apenas significar que eu não a amo tanto quanto afirmo amar. Há o argumento que “não é causado mal”. Eles dizem: “Até onde não estivermos causando mal a alguém, isto não é da sua conta”. O padrão é arbitrário. Com base no que eles dizem que o certo e o errado são determinados pelo mal que causam ou não a alguém? Sem uma base que eles possam defender, eu não tenho qualquer razão para aceitar isso como um padrão de julgamento ético. Claro, eles não podem apelar à cosmovisão cristã para apoiar este princípio, já que é a cosmovisão cristã que condena a homossexualidade, e é a ela que eles se opõem. Ademais, qual é a definição de mal? Mesmo que seu estilo de vida não me cause mal no sentido físico de forma óbvia e direta, o mal se limita ao físico? E se o estilo de vida deles me afeta psicologicamente? Isto é, e se a homossexualidade me ofende e me traz repulsa? Se isto não conta, eles dão carta branca para todo mundo lhes causar mal psicológico? Assim, até onde nós não lhes causarmos mal no sentido físico de forma óbvia e direta, podemos dizer tudo o que desejamos sobre homossexualidade, e isto não é da conta deles. Talvez isto seja inaceitável para eles, mas em todo o caso é necessário definir o mal. Caso contrário o argumento é arbitrário e não tem sentido, e pode ser descartado sem maiores considerações. Há o argumento do “consentimento mútuo”. Eles dizem: “Até onde o relacionamento for consensual, não é da conta de ninguém o que duas pessoas fazem entre si”. Isso é tão arbitrário quanto o argumento “não é causado mal”. Quem demonstrou este padrão, e por que eu devo aceitá-lo? É como um dos argumentos a favor do aborto: “A mulher não tem o direito de fazer o que quiser com o seu corpo?”. É claro que não. Somos criação de Deus, e somente Deus tem o direito de decidir o que devemos fazer com os nossos corpos. Da mesma forma, consentimento mútuo entre duas pessoas é algo irrelevante. Elas precisam do consentimento de Deus para continuar. Mas Deus não consente. Ele proíbe o que elas consentem fazer entre si. Há o argumento que “animais fazem isso”. Alguns animais parecem exibir comportamento homossexual. Trata-se de algo irrelevante. Só porque animais fazem algo, não significa que tal coisa seja correta para eles, muito menos para nós. Assim como a homossexualidade surgiu em humanos por causa do pecado, a Queda de Adão também trouxe uma maldição sobre o resto da criação. Se o comportamento animal é usado como um padrão para o comportamento humano, talvez o contrário também seja verdadeiro. Como eu me oponho à homossexualidade, os chimpanzés, quem sabe, também deveriam se pronunciar. Em todo o caso, alguns animais são canibais e alguns comem suas próprias fezes. Se você vai apelar ao comportamento animal, seja ao menos consistente nisso. Há o argumento do “nasci desse jeito”. Algumas pessoas, dizem eles, nascem homossexuais. Elas não podem fazer nada. Está em seus genes. Mas a genética é irrelevante. Primeiro, a ciência não pode dar suporte racional a um argumento genético, pois a própria ciência é irracional. A ciência depende da sensação, indução e experimentação. Mas a sensação não é confiável, e uma epistemologia empírica pode ser facilmente refutada. Indução é uma falácia formal, e sua conclusão nunca é uma inferência necessária das premissas. Quanto à experimentação, ela envolve um uso repetido de sensação e indução conduzido por um método caracterizado pela falácia de afirmação do conseqüente, de forma que a coisa toda gira numa conclusão arbitrária e impossível após outra. Eles dão a isso o nome de teorias científicas. Mas por um momento façamos de conta que a ciência pode descobrir a verdade. Façamos de conta que existem tais coisas como genes. Façamos de conta que genes são essas coisas que a ciência diz. Façamos de conta que a ciência descobriu um gene que está associado à homossexualidade. Então façamos de conta que o homem não pode mudar os seus genes. Depois de toda essa suposição e faz de conta, o argumento ainda sofre de irrelevância. E daí que algumas pessoas nascem homossexuais? E daí que elas não podem fazer nada? Isso não torna a homossexualidade correta, e de fato também não torna a homossexualidade algo errado. O argumento é totalmente irrelevante. A própria ciência não diz que algumas pessoas nascem mais violentas ou mais suscetíveis ao vício do álcool? Ah, não vou insistir neste ponto, já que a ciência pode mudar o seu posicionamento amanhã, na próxima semana ou daqui a dez anos. Eles chamam isso de progresso científico. A Bíblia diz que todos os homens nascidos depois de Adão são pecadores na concepção. Nascemos todos pecadores. Se algo é pecaminoso, isso não tem nada a ver com nascimento, escolha ou liberdade. A definição cristã de pecado tem a ver com o mandamento de Deus. Se Deus diz que algo é errado, então é errado fazer isso independentemente do contexto ou da escolha, e independentemente da liberdade. De fato, a Bíblia diz que o não cristão é incapaz de obedecer à lei de Deus. Se pecado pressupõe liberdade ou capacidade de obedecer ao mandamento de Deus, ou de não pecar, todos os não cristãos já estão sem pecado, já que todos são incapazes de obedecer a Deus e, portanto, não precisam de nenhuma salvação. Contudo, precisamente porque são pecadores e incapazes de mudar, eles precisam de Jesus Cristo para salvá-los. Se a homossexualidade está inseparavelmente ligada aos genes de uma pessoa, isto significa que mesmo tornando-se cristã, a pessoa ainda pode experimentar tentações nessa área. Ela ainda poderia experimentar tentações mesmo que a homossexualidade não estivesse ligada a seus genes. Se a pessoa é tentada após a conversão, a homossexualidade ainda é pecado? Claro que sim. Esta pessoa foi salva de seu pecado? Certamente, se ela confiar em Cristo para salvá-la e no Espírito Santo para ajudá-la a vencer as suas tentações. O inaceitável é ela negar que a homossexualidade seja de fato um pecado. Todavia, nossa reflexão não precisa parar aqui. Se a homossexualidade está inseparavelmente ligada aos genes de uma pessoa, isso somente pode significar que se Deus quiser, mudará os genes após a conversão. Por que não? Deus pode libertar uma pessoa da homossexualidade mesmo sem mudar os seus genes. Nada é impossível para Deus. Mas se a Deus convém não manifestar libertação completa neste momento, a pessoa deve honrar Deus pelo seu sofrimento e perseverança. Há o argumento que “existem outros pecados”. Isto é uma defesa ou uma admissão? É claro que existem outros pecados. Talvez o ponto seja que os cristãos não deveriam focar tanto na homossexualidade. Minha primeira resposta é que nós não fazemos isso. Também falamos sobre incredulidade, inveja, cobiça, assassinato, roubo e muitos outros pecados. Se eles pensam que nós falamos apenas sobre homossexualidade, é porque prestam atenção apenas quando falamos sobre homossexualidade. E minha segunda resposta é que se eles querem que os cristãos falem ainda menos sobre homossexualidade e busquem dar mais atenção aos outros pecados, eles não deveriam gastar tanto tempo esfregando a homossexualidade na cara de todo as pessoas, tentando legitimá-la e exaltá-la. Há o argumento que “é a idolatria”. Alguns sabichões que se têm por eruditos afirmam que num texto como Romanos 1, a Bíblia está na verdade condenando a idolatria, pois a adoração pagã era geralmente acompanhada de atos homossexuais. Ora, desconfio que esses que desculpam a homossexualidade desta forma encontrariam provavelmente outra desculpa para as religiões pagãs, se fossem elas o assunto em discussão. Em todo o caso o argumento falha, pois a Bíblia faz referência à lascívia dos homossexuais e diz que a sua relação é contrária à natureza. Esses fatores independem da idolatria. A associação com a idolatria é pertinente, mas é incidental e não necessária. A homossexualidade pode ocorrer à parte da idolatria, e em tal caso a lascívia ainda está ali e a relação ainda é contrária à natureza, contrária ao que Deus considera natural. O argumento piora ainda mais as coisas para o lado dos homossexuais, pois chama a nossa atenção ao fato que Deus condena não só o ato manifesto, mas também o próprio desejo dos homossexuais. Isso nos leva ao argumento “não é da sua conta”, relacionado a muitos dos demais argumentos: “Se existe amor, isto não é da sua conta. Se não existe mal, isto não é da sua conta. Se existe consentimento, isto não é da sua conta”. Assim, eles dizem: “O que lhe dá o direito de se meter em nossos assuntos?”. A minha resposta nos lembrará de que nossa divergência é na verdade efeito de uma divergência anterior e mais ampla ― é resultado do choque entre a cosmovisão cristã e a cosmovisão não cristã; entre o ponto de partida cristão de pensamento e julgamento e o ponto de partida não cristão de pensamento e julgamento. A todo o instante a fé cristã alude à vida das pessoas, e nessas circunstâncias fala sobre os próprios pensamentos, desejos e motivos das pessoas. Assim, quando Jesus falou sobre adultério, não tinha em vista apenas o ato sexual, mas a própria cobiça como sendo um pecado. A Bíblia certamente considera pecado enganar e roubar, mas a avareza também é condenada. Como cristão, eu prego a mensagem da Bíblia. Assim, é claro que a sua vida é da minha conta; e não só os seus atos, mas também os seus próprios pensamentos. Ora, você não precisa me falar dos seus atos, e eu não tenho capacidade de ler os seus pensamentos. Você não é responsável perante mim ― não sou eu quem vai enviá-lo ao inferno. Você é responsável perante Deus, mas ele quer que eu fale isso a você. E isso também responde o argumento “quem é você para julgar”. É o mesmo argumento que o povo de Sodoma usou ao tentar arrombar a porta de Ló para poder ter relações sexuais com os anjos formosos (Gênesis 19). Se Deus não tivesse dito uma só palavra sobre homossexualidade, eu ficaria totalmente feliz em deixá-lo comer as suas próprias fezes, como fazem os animais. Assim, eu não sou o juiz, mas há quem julga, e é dele que eu estou lhe falando, e do que ele fará se você não se arrepender. Assim, o que Deus fará com os homossexuais? A Bíblia é clara quanto a isso, mas os não cristãos não querem ouvi-la. Muitos dos que se dizem cristãos se recusam a aceitá-la. Paulo então diz: “Não se deixe enganar”. Não deixe que iludam você, e não se iluda sobre isso. “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem os sexualmente imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem prostitutos, nem delinqüentes homossexuais, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus” (1 Coríntios 6.9-10, NIV). Se você é homossexual, Deus o coloca junto dos idólatras, adúlteros, prostitutos, ladrões e assim por diante. E diz que se você é homossexual, irá para o inferno. É grande a tentação de discordar disso ou tentar suavizar essas palavras, mas qualquer outra opinião não passa de engano. Há esperança. A Bíblia continua: “E assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito de nosso Deus” (v. 11, NIV). Os coríntios foram algumas dessas coisas. Foram idólatras, ladrões, adúlteros, homossexuais rumo ao castigo eterno, à dor, à miséria, e à loucura sem fim. Jesus Cristo os salvou e transformou, e por isso eles não eram mais idólatras, não eram mais ladrões, não eram mais adúlteros e não eram mais homossexuais. Considere alguém que passou a vida inteira praticando bruxaria. A Bíblia diz que Deus condena esse rebelde espiritual ao inferno. Após a sua conversão à fé cristã e antes de se tornar versada nas coisas de Deus, pode permanecer na pessoa um desejo forte de retornar às coisas que lhe são familiares. Ela dependia dessas coisas para ter senso de segurança, controle, poder, serenidade nas preocupações sobre o futuro, e ter confiança ao enfrentar as dificuldades da vida. A tentação em si não quer dizer que a conversão da pessoa falhou; significa que a pessoa deve recordar que essas coisas em que costumava crer são falsas e questionáveis, e que ela deve seguir adiante e crescer na fé. Ela deve aprender a confiar em Jesus Cristo para a vida presente e a vida por vir. A pior coisa que ele pode fazer é convencer-se de que a bruxaria não é de fato proibida. É possível que o homossexual mude mesmo que as tentações persistam. O convertido deve abandonar seu passado pecaminoso, seu falso amor e seus desejos maus, e aprender a confiar em Jesus Cristo, a desenvolver o tipo certo de amor e o tipo certo de relacionamento. Quando as tentações vierem, resista. Quando as tentações vencerem, arrependa-se. Continue aprendendo. Continue tentando. Não desista. Não se renda ao cansaço espiritual. Não fuja da culpa desculpando o pecado. A pior coisa que uma pessoa pode fazer é convencer-se de que a homossexualidade não é de fato um pecado. Seria como voltar à bruxaria, ao assassinato, ao adultério e à idolatria. Essa pessoa se ilude se pensa que foi salva do inferno. Porque uma parcela significativa da Igreja condena hoje a homossexualidade, precisamos também considerar a condição das pessoas. A mesma passagem que diz que Deus derrama a sua ira sobre os homossexuais, também condena aqueles que os aprovam: “Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam”(Romanos 1.32). A condição dessas pessoas é a mesma dos homossexuais, e a condição dos homossexuais é a mesma dos idólatras, assassinos, ladrões e adúlteros. O que devemos fazer com um assassino não cristão? Devemos pregar Cristo para ele, chamando-o ao arrependimento e à crença no evangelho. O que devemos fazer com quem se diz cristão, mas prega que o assassinato é aceitável a Deus, ou apoia assassinos para exercer o ministério? Devemos excomungá-lo e então tratá-lo como um não cristão, pois é isso o que ele é. Devemos aplicar a mesma política aos homossexuais e aos que os apóiam. Devemos pregar arrependimento aos homossexuais não cristãos, excomungar cristãos professos que toleram a homossexualidade, e também excomungar os que se recusam a excomungá-los. Por excomunhão quero dizer que devemos declará-los como sendo não cristãos, que devemos afirmar de forma decidida que Deus os enviará ao inferno, que tanto quanto possível, devemos evitá-los em todas as relações sociais e comerciais, e que devemos removê-los fisicamente das igrejas e dos seminários. A única forma de eles voltarem à comunhão com crentes é abrirem mão do seu posicionamento anterior e declarar que a homossexualidade é de fato um pecado, e que tolerar a homossexualidade também é um pecado; e então fazer uma profissão sincera e esclarecida em Cristo, que a justiça é tal como Deus a define, e que embora todos tenham caído, Cristo nos traz para dentro do reino dos céus ao nos conceder fé nele. Por: Vincent Cheung, via: monergismo.net; adaptação para o blog: rev.Ronaldo P Mendes

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