DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; Sola Scriptura, sola Gratia, sola Fide, soli Deo Glória, solus Christus;

DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; SOLA SCRIPTURA, SOLA GRATIA, SOLA FIDE, SOLI DEO GLÓRIA, SOLUS CHRISTUS; Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Judas:3;

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Romanos 9: Eleição Individual vs. Corporativa



Arminianos tendem a interpretar a eleição de Jacó e Esaú como a escolha do povo de Israel e Edom. De acordo com eles isso significa que a eleição é coletiva e não de indivíduos. Então, eles diriam que Romanos 9 não lida com a salvação de indivíduos, mas com a eleição de Israel como nação.[21] A interpretação arminiana é impossível, a resposta nos desafia diretamente do texto:  Não que a palavra de Deus haja faltado, porque nem todos os que são de Israel são israelitas; Nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa são contados como descendência. Porque a palavra da promessa é esta: Por este tempo virei, e Sara terá um filho. E não somente esta, mas também Rebeca, quando concebeu de um, de Isaque, nosso pai; Porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), Foi-lhe dito a ela: O maior servirá o menor. Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú. Romanos 9:6-13 O ponto da passagem é mostrar que a palavra de Deus a Israel não falhou (v. 6). O motivo que traz esta questão à tona é que Deus prometeu a salvação a Israel, mas a salvação está disponível apenas através da fé em Jesus Cristo, mas Israel ao todo (maioria indivíduos!) rejeitou a Cristo e, portanto, parece que Israel como um todo não é salvo.  Paulo responde de imediato. A palavra de Deus não falhou, "porque nem todos os que são de Israel são israelitas; nem por serem descendência de Abraão são todos filhos..." (v. 6b-7). Agora surpreendam-se como o argumento Arminiano é estúpido. Paulo considera Israel como um todo, quando ele levanta a questão, e, em seguida, explicitamente chama a atenção para os indivíduos dentro de Israel, a fim de responder à pergunta. Na verdade, sua resposta depende da fé individual e eleição individual. Isto é, a palavra de Deus para Israel não falhou, porque não é cada indivíduo dentro de Israel um verdadeiro Israelita, e não é cada descendente em Israel um filho de Abraão.  Em seguida, ele acrescenta duas ilustrações para enfatizar a eleição individual: Do versículo. 7b ao 9, Paulo diz que verdadeiros filhos de Abraão viriam através de Isaque. Por isso, ele quer dizer que eles viriam através do poder sobrenatural de Deus para cumprir sua promessa em vez de por geração natural. "São os filhos da promessa, aqueles que são considerados como descendência de Abraão" (8b). Deus fez a promessa a Abraão, mas ele distinguiu o indivíduo de Isaac contra o indivíduo de Ismael. Assim, a sua graça não se aplica a "filhos de Abraão" em um sentido abrangente e corporativo, mas de maneira seletiva e de sentido individual.  Mas aqueles que pensam que a partir de Isaac a graça divina é dada em um sentido corporativo sem consideração das pessoas, Paul faz o mesmo ponto novamente, desta vez com Filhos de Isaque (v. 10). Duas crianças, até mesmo gêmeos, vieram do mesmo pai, mas Deus escolheu para amar um e odiar o outro. Como se para sublinhar a eleição individual ainda mais, ele escolhesse o mais jovem em vez do mais velho. Voltando à razão de Paulo para escrever tudo isso em primeiro lugar, seu argumento é inteligível e atraente só porque ele afirma eleição individual, e em certo sentido, até mesmo contra eleição corporativa. A promessa de Deus para Israel (corporativo) não falhou porque a promessa aplica-se apenas a indivíduos escolhidos dentro deste Israel, o que poderíamos chamar de verdadeiro Israel.  Com isto em mente, leia o resto de Romanos 9 e você vai ver que ele consistentemente insiste sobre o controle de Deus sobre os indivíduos. Novamente, o argumento de Paulo não faria sentido e falharia se não fosse isso o que ele pretendia falar. O argumento arminiano é quase um sinal de rendição. Se os arminianos tentarem fazer com que este texto ensine a eleição corporativa, eles admitirão que ele fala sobre a soberania de Deus na escolha de uma nação, de modo que as nações não escolhem a si mesmas. O arminiano percebe o ensino da soberania de Deus nisso, mas redirecionam para uma aplicação corporativa. Portanto, se este redirecionamento é impedido, e é mostrado que o texto refere-se obviamente a indivíduos, mantemos a admissão arminiana de que é ensinado a eleição neste texto, e uma vez que se refere aos indivíduos, o texto ensina a eleição individual. Autor: Vincent Cheung Fonte: Sermonette Volume 6 - "Romans 9: Individual vs. Corporate Election", pp. 92-93 Tradução livre: André R. Fonseca Fonte da imagem: http://www.sxc.hu/photo/760920 NOTAS                       21 - Adaptado de correspondência por e-mail. Veja também: Vincent Cheung, Teologia Sistemática, Comentário de Efésios, Comentário de Malaquias.

Nenhum comentário: