DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; Sola Scriptura, sola Gratia, sola Fide, soli Deo Glória, solus Christus;

DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; SOLA SCRIPTURA, SOLA GRATIA, SOLA FIDE, SOLI DEO GLÓRIA, SOLUS CHRISTUS; Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Judas:3;

sábado, 25 de agosto de 2012

AO Leandro Quadros e aos seu leitores: Parte 2


3º) “ ... Ellen White era Trinitariana...”Ao Leandro Quadros e aos seus leitores: Eu particularmente tenho algumas dúvidas sobre o trinitarismo de Ellen White: 1) Se ela se manteve trinitariana, mesmo tendo um marido que não era. 2) Quando é que ela se tornou trinitariana. 3) Se os escritos dela foram ‘modificados’. Esse ultimo, é geralmente defendido pelos adventistas arianos remanescentes (que existem hoje). Segundo dizem, após a morte de seu marido, Ellen White falou mais sobre a trindade. Veja AQUI algo que o filho de Ellen White disse.Acho que sua resposta é evasiva. Entre esses antitrinitarianos estavam vários pioneiros adventistas de peso e que figuram na história do movimento. “Visão dos Pioneiros Adventistas: Eles escreveram a esse respeito em um dos principais veículos adventistas da época - The Review and Herald; J.N. Lougborough disse que a doutrina da Trindade foi trazida para a igreja católica no mesmo tempo em que a adoração de imagens, e a que era a celebração da guarda do domingo que não é mais do que a doutrina dos persas remodelada. Adventist Review 5 de Novembro de 1861; J.B.Frisbie seguiu o mesmo pensamento de Lougborough dizendo que a Trindade era um louvor à guarda do domingo. The Advent Review 4 de Abril de 1854; James White disse que a doutrina da Trindade acaba com a personalidade de Deus e de seu Filho Jesus Cristo. The Advent Review 11 de Dezembro de 1855. Disse ainda que os grandes reformadores se tivessem continuado, não deixariam nenhum vestígio das falsas doutrinas, inclusive a Trindade. Advent Review 7 de Fevereiro 1856; J.N. Andrews incluiu a crença na Trindade entre as doutrinas espúrias que compunham o vinho de Babilônia. Adventist Review 6 de Março de 1855; D.W.Hull disse que essa doutrina foi invenção do ‘homem do pecado’ em referência a II Tessalonissences 2. Adventist Review 10 de Novembro de 1859; William White,filho da Sra. White era contrário a essa doutrina e dizia que muitas pessoas se utilizavam dos escritos de sua mãe com interpretações errôneas”  (fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADticas_%C3%A0_doutrina_da_Trindade).Gostaria de indicar as postagens do Blog Cinco Solas para mais informações (AQUI a primeira parte). Onde ele mostra que não tão longe, a doutrina da Trindade ainda não era unanimidade na ‘igreja remanescente’. Uma parte é bem interessante, e antes de você ler lá reproduzo aqui: "O arianismo dos pioneiros é admitido pela principal publicação adventista, a Adventist Review de 5 de janeiro de 1994: "As doutrinas Adventistas mudam com o passar dos anos no impacto da "verdade presente". Os mais fascinantes são os ensinamentos relativos a Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor. Muitos dos pioneiros, inclusive James White, J. N. Andrews, Urias Smith e Waggoner tinham um entendimento Ariano ou semi-Ariano - isto é, que o Filho a certo ponto do tempo antes de criação do nosso mundo foi gerado pelo Pai. Da mesma forma o entendimento Trinitariano de Deus, agora parte das nossas crenças fundamentais, não era aceita pelos primeiros Adventistas".A inversão da argumentação agora pode constatada. No assunto 1844, o Leandro Quadros (pisando nas pegadas de F. Nichol) diz que não foram os adventistas que profetizaram isso, mas o BATISTA Miller e seus companheiros. Agora, a condição fica uma pouco mais branqueada (como se negar a doutrina da trindade fosse menos importante). Um desenvolvimento ‘natural’... pois havia entre os adventistas vários unitarianos e unicistas.Quanto este desenvolvimento, meu caro Leandro, foi um retrocesso e tanto, de pelo menos 1400 desde que a confusão ariana havia sido desbancada no palco cristão. Nesse sentido o movimento, tanto antes de sua organização bem como depois, trilhou caminhos heréticos. Bom lembrar que a religião Testemunhas de Jeová, até hoje ariana, recebeu forte influência de adventistas posteriores, o que mostra que o arianismo estava enraizado no movimento e em seus fragmentos.Você não pode me acusar de ‘preconceito’ visto que você sabe muito bem que quando eu disse “conviver e comungar” com arianos conotava a convivência e comunhão espiritual, não que essas pessoas não são dignas de respeito. Mais uma vez tentou despistar o obvio.Sobre esse tipo de comunhão podemos ver no Nisto Cremos: “Se a pessoa “causadora de divisão” se recusar a ouvir uma segunda admoestação da Igreja, deve ela ser rejeitada, sabendo-se “que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada” (Tito 3:10 e 11). Quem causou a divisão nesse assunto? Os trinitarianos que vieram de denominações cristãs? Ou os que se mantiveram até décadas recentes defendendo um tipo de arianismo? É útil ver O Nisto Cremos diz, o que concordo: “Todos os aspectos da unidade da Igreja encontram seu fundamento na unidade da Trindade divina.” Que movimento cristão poderia ser de Deus rejeitando aquilo que garante a sua unidade?Quando o Leandro Quadros e seus leitores, tratarem das sérias questões envolvidas nesta herança herética de Ário com seriedade e imparcialidade, tal como tratam as Testemunhas de Jeová, aí sim eles verão que branquear esta parte da história adventista, é agir com dois pesos e duas medidas.E aí Leandro Quadros, houve ou não uma "comunhão espíritual" entre Ellen White e 'arianos'? Que seus leitores possam pesar as evidências.

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