DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; Sola Scriptura, sola Gratia, sola Fide, soli Deo Glória, solus Christus;

DEFENDENDO A FÉ DESDE 1536; SOLA SCRIPTURA, SOLA GRATIA, SOLA FIDE, SOLI DEO GLÓRIA, SOLUS CHRISTUS; Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Judas:3;

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Segundo Ateus: "Ateísmo faz melhores ladrões, assassinos e estupradores"


Por Gary DeMar “Não responda ao tolo Segundo sua tolice, ou você será semelhante a ele. Responda ao tolo conforme sua tolice merece, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos. Os Ateus estão nisso novamente”(Provérbio 26.4,5) Os Backyard Skeptics têm apresentado outdoors que dizem “Ateístas são melhores amantes”. O outdoor ateísta explica-nos por que os ateístas são melhores amantes. Não é devido ao amor, mas porque “ninguém está vigiando”. Por “ninguém” os ateístas querem dizer Deus. Desde que não existe nenhum Deus que julga nosso comportamento, homens e mulheres, homens e cães, mulheres e cavalos, adultos e crianças podem fazer o que eles quiserem juntos. Se não existe um julgamento ou juízo final, tudo é bem-vindo. Lembre-se que, se ninguém está olhando faz dos ateus melhores amantes, então eles podem também ser melhores espancadores de esposas, sádicos, ladrões, espancadores e estupradores. Os Backyard Atheists têm adotado e adaptado a canção de John Lennon, “Imagine”, como hino ateísta: Imagine there’s no heaven – Imagine que não exista paraísoIt’s easy if you try – é fácil se você tentarNo hell below us – nem exista inferno abaixo de nósAbove us only Sky – acima apenas ao céuImagine all the people living for today – imagine todas as pessoas vivendo o hoje. Desde que existe apenas o céu acima de nós, ou seja, nenhum Deus, você e eu podemos viver o hoje sem conseqüências associadas ao nosso comportamento. Então, o que é verdade para o sexo, também é verdade para todo o restante. Dada a premissa de que ninguém (isto é, Deus) está nos vendo, que Adolf Hitler fez era errado? “Tiranos feitos melhores assassinos (afinal, ninguém está olhando)”. Dado o pressuposto exercido dos Backyard Skeptics, após a morte, Adolf Hitlter é pior do que o maior filantropo do mundo [N.T. p.ex. Madre Tereza de Calcutá]?[1] Não. Ninguém estará ali para julgar a ambos. A cosmovisão dos Backyard Skeptics é explicitada suficientemente em umas poucas linhas do filme de ficção científica Pandorum (2009) “Imagine só por um minute, imagine você sem as correntes de sua moralidade. Você ficaria surpreso com você. Isto é liberdade total” O biólogo Randy Thomhill e o antropólogo Craig Palmer estabelecem a tese de que o estupro é natural, que é parte do processo evolucionário e é benéfico. Em seu livro A Natural History of Rape (2000), publicado pelo MIT Press, afirmam que o estupro humano “surge a partir de mecanismos evoluídos dos homens para obtenção de um alto número de parceira em um ambiente onde as fêmeas escolhiam seus parceiros”. Os homens estupram porque ajuda a espalhar seus genes. Ninguém pode se opor a isso em bases morais, nem mesmo as mulheres que são violentadas, desde que não há ninguém vigiando (julgando) Os Ateus não podem explicar a moralidade. Eu não os acuso de serem imorais, mas eu os acuso de apropriarem-se[2] dos conceitos derivados da Cosmovisão Cristã, que eles denunciam, para viverem suas escolhas morais. Se no momento da morte, não somos mais do que poeira ao vento e na vida somos um saco de carne e ossos animados por impulsos elétricos, então não existe base para moralidade imutável na vida ou na morte. O Ateísmo é uma cosmovisão guiada por fé em um sistema de pensamento supostamente gerado por um cérebro evoluído a partir de uma sopa química pré-biótica que, aleatoriamente, emite impulsos elétricos através de sua matéria cinza. Mas, como pode um materialista saber que um cérebro evoluído pode ser confiável para conhecer qualquer coisa de maneira autoritariamente ou afirmar que certos comportamentos são moralmente corretos ou errados dadas as hipóteses puramente materiais? C. S. Lewis assim colocou a questão: Se o Sistema Solar for provocado por uma colisão acidental, então o surgimento de vida orgânica neste planeta também foi acidental, e a completa evolução do Homem foi também um acidente. Se é assim, então todo nosso processo de pensamento é mero acidente – o subproduto acidental dos movimentos do átomos. Isso vale para os materialistas e astrônomos, bem como para qualquer outra pessoa (processo do pensamento). Mas, se seus pensamentos – i.e, do Materialismo e Astronomia – são simplesmente subprodutos acidentais, por que deveríamos acreditar que eles são verdadeiros? Não vejo razão para acreditar que um acidente seria confiável para nos dar as pistas corretas de todos os outros acidentes[1] Por que é “parte da natureza” quando uma águia canibaliza um dos seus filhotes e alimenta os seus filhotes mais fortes, mas é moralmente repreensível para uma mãe humana fazer o mesmo a um de seus próprios filhos? Existe uma questão mais fundamental que raramente é perguntado. Como o puramente material gerou o imaterial (sabedoria, alegria, amor, esperança, lógica, razão, moralidade)? Os Ateus em Londres Promovem Campanha Similar Os ônibus de Londres têm sido equipados com banners com os seguintes dizeres: “Provavelmente Deus não Existe. Então, pare de se preocupar e curta a vida” [2]. Os patrocinadores esperam que a mensagem leve pessoas a questionar a existência de Deus. “Esta campanha de colocar slogans alternativos nos ônibus fará com que as pessoas pensem – e pensar é um anátema para a religião”, argumenta os promotores. “[Richard] Dawkins disse que como um ateísta ele ‘não seria louco’ em colocar que ‘provavelmente’ Deus não existe. [3] Ele quer que os anúncios digam que “Deus não Existe” Se Deus não existe, então quem vai dizer o que constitui curtir a vida? Existem restrições em curtir a vida? Se existem, quem define essas restrições e por quê? Por qual padrão e por qual autoridade? Duas jovens que participam numa confusão em Croydon, uma cidade no sul de Londres, Inglaterra, já se gabaram que elas estavam mostrando a polícia e aos “ricos que podemos fazer o que quisermos”. Elas diziam com calma e naturalidade. Richard Dawkins, com suas campanhas nos ônibus, tem contribuído para uma mudança na filosofia moral entre os jovens de Londres? Pessoas foram roubadas. Comércios queimados. Reporters no Twitter afirmavam que algumas pessoas estavam sendo retiradas, enquanto outro vídeo chocante mostrava um adolescente sangrando sendo roubado em plena luz do dia por bandidos sem lei que pretendia ajudá-lo a ficar de pé. Eis como um jornal descreveu o que estava acontecendo: “Multidão Descontrolada Espalha Confusão em Londres”. Parece-me que isto não é nada mais do que a “sobrevivência do mais apto” da evolução em prática, especialmente desde que “ninguém está vendo” Dawkins e seus seguidores ateus estão falando ao mundo que Não Existe Deus, então pare de se preocupar e curta a vida. Os bagunceiros estão curtindo a vida à custa dos outros, e quem é você ou qualquer outra pessoa para dizer que eles não deveriam curtir a vida do modo que eles querem aproveitá-la? Notas C.S. Lewis, God in the Dock (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1970), 52–53. [↩] See Gwynne Dyer, “The Atheist Buses” (February 8, 2009). [↩] “Atheists Plan Anti-God Ad Campaign on Buses” (October 23, 2008). [↩] Fonte: http://americanvision.org/5582/atheists-make-better-thieves-murderers-and-rapists/Traduzido e adaptado por Gaspar de Souza [1] Em outra pergunta: desde que não há quem esteja vigiando, quem é pior, Adolf Hitler ou Madre Tereza de Calcutá? [2] O conceito de “borrowed capital” da apologética de Cornelius Van Til é aplicado aqui de modo claro. Veja aqui a definição: http://profgaspardesouza.blogspot.com/2011/04/um-glossario-vantiliano-parte-1.htm

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